| Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: |
1ª NOTA: Apresentação de Seminários/ Discussão de tema (em grupo) 10<br />2ª NOTA: Análises Críticas (03, sendo uma por semana cada uma valerá de 0,0 ATÉ 1,5, dependendo da qualidade/ conteúdo/ aprofundamento da escrita) = 4,5<br />Atividade Como me vejo como psicólogo: possibilidades e limites = 0,5<br />Participação em sala de aula (leituras, debates, roleplaying (5,0)<br />Análises entregues após o prazo valerão ATÉ a metade de seu valor original 10<br />3ª NOTA: Relato de experiência da disciplina com Auto-avaliação 5,0<br />Avaliação da professora do desempenho do aluno ao longo do semestre 5,0 10<br /> |
| Bibliografia:
| BIBLIOGRAFIA BÁSICA<br />AMATUZZI, M. O resgate da fala autêntica. São Paulo, Papirus, 1996. <br />BECK, A. Terapia cognitiva da depressão. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.<br />MAY, R. A Arte do aconselhamento psicológico. Petrópolis, Vozes, 2000. <br />PETRELLI, R. Fenomenologia: teoria e prática. Goiânia, UCG, 2001. <br />RODRIGUES, H. E. Introdução à gestalt-terapia. Petrópolis, Vozes<br /><br />BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR<br />ANGERAMI-CAMON, V. A. (2003). Temas existenciais em psicoterapia. São Paulo: Thomson.<br />CARVALHO (2008). HOSPITAL GERAL: Dos Impasses às Demandas ao Saber Psicanalítico. Como Opera o Psicanalista? <br />COREY, G. (1983). Técnicas de Aconselhamento e Psicoterapia. Rio de Janeiro: Ed. Campus. <br />DATTILIO, F. M.; FREEMAN, A. (Org.) (2003). Estratégias cognitivo-comportamentais de intervenção em situações de crises. 2 ed. São Paulo: Artmed. <br />DIAS (2006). Aconselhamento Psicológico a jovens do ensino superior.<br />DUTRA, E. M. & REBOUÇAS, M. S. (2010). Plantão psi uma prática clínica da modernidade<br />Estudos de Psicologia, Campinas, v. 21, n. 1, p. 65-72, jan./abr. 2004.<br />FORGHIERI, Y. C. Aconselhamento terapêutico: origens, fundamentos e práticas. São Paulo: Thomson Learning, 2007.<br />MAHFOUD, M. A vivência de um desafio: plantão psicológico: In: ROSENBERG, R. L.<br />MIRANDA, C. F. & MIRANDA, M. L. (1988). Construindo a relação de ajuda. Belo Horizonte: Crescer. <br />MORATO (SD). Plantão Psicológico: Inventividade e Plasticidade <br />MORATO, H. (coord.) Aconselhamento psicológico centrado na pessoa: novos desafios. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.<br />MORATO, H. et al. (org.) Aconselhamento Psicológico numa Perspectiva Fenomenológica Existencial: Uma Introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.<br />OLIVEIRA & MORATO (2008). Uma experiência de plantão psicológico na PM .<br />PATTERSON, L. E.; EISENBERG, S. (2003). O processo de aconselhamento. São Paulo, Martins Fontes.<br />ROCHA (2011). Plantão psicológico e triagem: aproximações e distanciamentos <br />ROGERS & KINGET (1977). Psicoterapia e Relações Humanas, Volume.1.<br />ROGERS, C. R. (1987). Psicoterapia e consulta psicológica. São Paulo: Martins Fontes.<br />ROSENBERG, R. L. (Org.) Aconselhamento psicológico centrado na pessoa. São Paulo: EPU, 1987.<br />ROSENBERG, R. L. Introdução: biografia de um serviço. In: ______ (Org.).<br />SANTOS, O. B. Aconselhamento Psicológico & Psicoterapia. São Paulo: Livraria Pioneira, 1982.<br />SCHEEFFER, R. Aconselhamento psicológico. São Paulo: Atlas, 1993<br />SCHEEFFER, R. Teorias de aconselhamento. São Paulo: Atlas, 1993.<br />SCHMIDT, M. L. S.(2009). O nome, a taxonomia e o campo do Aconselhamento Psicológico. In: MORATO, H. T. P. (Org.) Aconselhamento psicológico numa perspectiva fenomenológica existencial: uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan (Cap. 01).<br />Yehia, G. Y. Interlocuções entre plantão psicológico e o psicodiagnóstico colaborativo.<br /> |