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CPSIC/CMRV021 - ESTÁGIO PROFISSIONAL EM PSICOLOGIA I/SAÚDE COLETIVA - Turma: 02 (2018.2)

Tópicos Aulas
Atividades nos serviços e na rede de saúde (07/08/2018 - 12/12/2018)
Matriciamento: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_matriciamento_saudemental.pdf (22/08/2018 - 22/08/2018)
Oficinas Terapêuticas em Saúde Mental: sujeito, produção e cidadania. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria, 2008. (23/08/2018 - 23/08/2018)

LIMA, E. A. Oficinas e outros dispositivos para uma clínica atravessada pela criação. In: COSTA, CM & FIGUEIREDO, AC (orgs). Oficinas Terapêuticas em Saúde Mental: sujeito, produção e cidadania. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria, 2008.

Frequências da Turma
# Matrícula AGO SET OUT NOV DEZ Total
07 08 09 10 14 15 16 17 21 22 23 24 28 29 30 31 04 05 06 11 12 13 14 18 19 20 21 25 26 27 28 02 03 04 05 09 10 11 16 17 18 23 24 25 26 30 31 01 06 07 08 09 13 14 16 20 21 22 23 27 28 29 30 04 05 06 07 11
1 2015903**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
2 2015903**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
3 201496**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
4 2015902**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 201490**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
6 2015900**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
7 20125**** 2 6 2 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 6 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 208
8 2015902**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Unid. 4 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2015900**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
2 201496**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
3 2015902**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
4 2015902**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
5 201490**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
6 2015903**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
7 2015903**** 10,0 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
8 20125**** 0,0 0,0 0,0 0,0 0.0 0 RN

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: Elaboração do projeto do Estágio Profissional em Psicologia: problematização da realidade, definição dos objetivos, das metodologias de intervenção e de avaliação do estágio. Atividades desenvolvidas com supervisão acadêmica e também, preferencialmente, local. Em Estágio Profissional em Psicologia I, ênfase em Saúde Coletiva, inserção prioritária em comunidades, instituições e contextos rurais.
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: A presente proposta de Estágio Profissional I em Saúde Mental contempla dois campos de estágio: o CTA (Centro de Testes e Amostragem) e o CAPS-II (Centro de Atenção Psicossocial), ambos sediados na cidade de Parnaíba-PI.<br /><br />Guardadas as diferenças de plano e processo de trabalho específicas de cada campo, a serem debatidas e construídas em conjunto e progressivamente com a equipe dos dispositivos de acordo com as possibilidades e demandas de cada um deles, em ambos se propõe uma atuação transversal do estagiário. Isto significa que o estagiário vai trabalhar com ações informativas, grupos de apoio, de orientação e informação, atuação individuais e em grupos de contenção e contorno terapêutico voltados para aumentar a aderência, a resolubilidade e a longitudinalidade do tratamento. <br />A participação extensiva e intensiva do estagiário abarca atuação em oficinas e grupos terapêuticos, além das diversas modalidades de escuta e referenciação na rede de Saúde.<br />Como estratégia inicial de inserção, propomos a prática da ambiência em cada serviço. A ambiência, de acordo com a Política Nacional de Humanização do SUS (BRASIL, 2004), atua de maneira privilegiada sob três eixos: <br />1) como espaço propício à reflexão em torno da produção de subjetividade articulando-a ao processo de trabalho em saúde. <br />2) como modo de cuidado voltado para confortabilidade dos envolvidos, capaz de abarcar e promover, quando eventualmente necessário, um trato na privacidade e na individualidade, exaltando elementos do ambiente que interagem com cada pessoa – cor, cheiro, som, iluminação, morfologia... –, e garantindo certo conforto que, embora difícil, seja necessário a trabalhadores, paciente e sua rede social no processo de cuidado. <br />3) como ferramenta facilitadora do processo de trabalho funcional favorecendo a otimização de recursos e o atendimento humanizado, acolhedor e resolutivo.<br />A finalidade da ação/atividade de ambiência não é outra que a de constituir vínculo entre usuário e estagiário, refletir sobre a finalidade do tratamento, produção de sujeito nas oficinas terapêuticas e, principalmente, potencializar a construção e execução do Plano Terapêutico Singular, baseado nas escolhas e demandas dos usuários.<br />A metodologia utilizada para a atuação do estagiário em Saúde Mental vem em consonância com as práticas promulgadas pelo Ministério da Saúde (2003, 2004a, 2004b) e com autores referendados na área (BARROS, R. B. & PASSOS, 2000, 2005a, 2005b; COSTA-ROSA, 2000; LANCETTI, 2002, 2005; MENDES, 2007; MERHY, 2013; ONOCKO CAMPOS, 2008; PASSOS, 2013; RAUTER, 2012, 2015) e faz uso privilegiado do estudo de caso para as supervisões técnicas clínico-teóricas. <br />De acordo com o Ministério da Saúde (2003), que atenta ao desafio das práticas de saúde em construir metodologias que aliem “o âmbito clínico de intervenção com o da saúde coletiva” (p. 9), o método de estudos de caso é uma boa indicação para as práticas clínicas em Saúde, especialmente potente no tocante ao campo da Saúde Mental. <br />A metodologia dos estudos de caso visa legitimar as idiossincrasias, as peculiaridades, precariedades e potencialidades de cada caso e trazê-los para a composição da a rede de cuidado. Traçando cartografias de cada caso, ele passa a ser entendido como é “um ‘sistema delimitado’, algo como uma instituição, um currículo, um grupo, uma pessoa, cada qual tratado como uma entidade única, singular (ANDRÉ, 1984, p. 52).<br /><br />Com isto, propomos uma atuação deslocada da perspectiva hegemonicamente identificada com os cursos de psicologia, cientificista e interpretativa, que se pretende neutra e asséptica em relação a tudo aquilo que não cabe no âmbito estrito dos objetos bem delimitados das teorias e sistemas psicológicos. <br />Ao invés de atuar sobre os objetos, propomos a invenção cotidiana de práticas que operem contiguamente às questões e problemas colocados em nossa realidade. Uma atuação a partir de, um agir diante de, levando em conta o contexto sócio-político atentando aos pontos de singularidade visando acolher as demandas, sem julgamento prévio, para se traçar em conjunto com a equipe as estratégias de cuidado com cada usuário e sua rede ecosófica afetiva, social e pessoal, tendo como base a fundamentação dos Projetos Terapêuticos Singulares trabalhando a partir daquilo que é possível e necessário de ser executado para o usuário dos serviços com a participação direta dele (Ministério da Saúde, 2003).<br />Por fim, nossa aposta técnico-teórica almeja fortalecer os elos entre os campos de estágios e a instituição; primando pela formação cultural e profissional do educando, conhecer os diversos locais de assistência, os planos terapêuticos adotados, o perfil dos pacientes e os diferentes modos de cuidar.<br /><br /><br />
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: Avaliação a ser construída conjuntamente no decorrer do processo composta por:<br />Um diário de itinerância (10 pts)<br />Análise de implicação (10 pts)<br />Confecção de uma narrativa transversal sobre a experiência (10 pts)<br />
Horário de atendimento: Horários de supervisão e seminários de práticas e extras a combinar com o professor
Bibliografia: ANDRÉ, M. E. D. A. (1984). Estudo de Caso: seu potencial na educação. Caderno de Pesquisa, 49, 51-54. Disponível em http://educa.fcc.org.br/pdf/cp/n49/ n49a06.pdf<br />BARROS, R. B. & PASSOS, E. A construção do plano da clínica e o conceito de transdisciplinaridade. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 16, n. 1, p. 71-79, 2000. <br />____________________________ Humanização na saúde: um novo modismo? Interface Comunic. Saúde Educ. mar-ago;9(17):389-94 de 2005a.<br />____________________________ A humanização como dimensão pública das políticas de saúde. Ciencia Saude Coletiva. mar-ago;10(3):561-71 de 2005b.<br />COSTA-ROSA, A. O modo psicossocial: um paradigma das práticas substitutivas ao modo asilar. In: AMARANTE, P., (org.) Ensaios: subjetividade, saúde mental, sociedade. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2000.<br />LANCETTI, A. Síntese metodológica. In: LANCETTI, A. (Org) SaúdeLoucura 7: Saúde Mental e Saúde da Família. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 2002. <br />LANCETTI, A. Clínica Peripatética. São Paulo: Hucitec, 2005.<br />MENDES, V. L. F. Uma clínica no Coletivo - Experimentações no Programa de Saúde da Família. São Paulo: Hucitec, 2007. <br />MERHY, E. E. Vivenciar um campo de formação de profissionais de saúde: dobrando em mim o fazer da Unifesp Baixada Santista. In: CAPOZZOLO A. A., CASETTO, S. J., HENZ, A.O. (org.). Clínica comum: itinerários de uma formação em saúde. São Paulo: Hucitec; 2013.<br />MINISTÉRIO DA SAÚDE. (2003). A política do Ministério da Saúde para Atenção Integral a Usuários de Álcool e Outras Drogas. Brasília: Autor. <br />MINISTÉRIO DA SAÚDE. (2004a). Saúde Mental no SUS: os centros de atenção psicossocial. Brasília: Autor.<br />MINISTÉRIO DA SAÚDE (2004b). Política Nacional de Humanização: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS. Brasília.<br />ONOCKO CAMPOS, R. (Et. Al.). Avaliação em saúde mental: participação, intervenção e produção de narratividade. São Paulo: Hucitec, 2008.<br />PASSOS, E. A construção da clínica comum e as áreas profissionais. In: CAPOZZOLO A. A., CASETTO, S. J., HENZ, A.O. (org.). Clínica comum: itinerários de uma formação em saúde. São Paulo: Hucitec; 2013.<br />RAUTER, C. A clínica do esquecimento. Niterói: Editora da UFF: 2012. <br />___________ Clínica Transdisciplinar: Afirmação da multiplicidade em Deleuze/ Spinoza. In: Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência – Vol. 8, nº 1, p. 45-56, 1º quadrimestre de 2015. <br />SARACENO, B. (1999) Libertando identidades – da reabilitação psicossocial a cidadania possível. 6.ed. Rio de Janeiro: Tecorar. <br />SAWAIA, B. (org). (1999) As Artimanhas da Exclusão. Uma análise psicossocial e ética da desigualdade social. Rio de janeiro: Vozes.<br />VENTURA, M. M. (2007). O estudo de caso como metodologia de pesquisa. Revista SOCERJ, 20(5), 383-386.<br />ZIMERMAN, D. & cols. (1997) Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes Médicas.
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
07/08/2018
12/12/2018
Atividades nos serviços e na rede de saúde
22/08/2018
22/08/2018
Matriciamento: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_matriciamento_saudemental.pdf
23/08/2018
23/08/2018
Oficinas Terapêuticas em Saúde Mental: sujeito, produção e cidadania. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria, 2008.
Avaliações
Data Descrição
04/12/2018 1ª Avaliação
05/12/2018 2ª Avaliação
06/12/2018 3ª Avaliação
07/12/2018 4ª Avaliação
: Referência consta na biblioteca
Referências Básicas
Tipo de material Descrição
Referências Complementares
Tipo de material Descrição
Notícias da Turma
: Visualizar

Título

Data
A reivindicação à neurodiversidade por parte dos autistas 19/09/2018
Seminário de práticas 09/08/2018
Começo das atividades na próxima semana 03/08/2018

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | sigjb17.ufpi.br.instancia1 vSIGAA_3.12.1590 06/04/2026 12:38