Metodologia de Ensino e Avaliação
| Metodologia: |
ENSINO REMOTO<br />A disciplina será ministrada por meio de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) para o desenvolvimento dos conteúdos por meio de ambientes virtuais. Serão utilizadas ferramentas remotas (SIGAA, RNP, Google Meet, You tube) conforme conteúdo programado com atividades síncronas (webaula, web-conferência) e assíncronas (exercícios, fóruns, resenhas críticas ou síntese de artigos científicos, resumo de vídeos). <br /> |
| Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: |
ENSINO REMOTO<br /> O processo de avaliação se baseará na frequência, realização e envio pelos discentes das atividades síncronas e assíncronas estabelecidas na disciplina.<br /> Estará(ão) aprovado(s) por média o(s) aluno(s) que alcançar(em) nota final igual ou superior a 7,0 (sete). Para aqueles com nota inferior a 4,0 (quatro) não haverá Exame Final, estando o(s) mesmo(s) reprovado(s) por nota. Para aqueles com nota entre 4,0 e 6,9 haverá o Exame Final. Para esses, a média final a ser alcançada será 6,0 (seis), sendo realizada a média da nota do Exame Final com a nota obtida durante a Disciplina. <br /> Para a aprovação na disciplina se exige nota final igual ou superior à 7,0 (sete). Para a aprovação no Exame Final se exige nota final igual ou superior à 6,0 (seis). Entretanto, ficará registrado no Histórico Escolar conceitos de AM (aprovado por média) ou EF (aprovado no exame final). <br />Serão realizadas as seguintes avaliações: <br />● Unidade 01 (soma): Resenha crítica artigo científico:(2,5)+ Resenha crítica artigo científico: (2,5) + Fórum 1 no SIGAA:(5,0). TOTAL: 10 (dez pontos);<br /><br />● Unidade 02 (soma): Fórum 2 no SIGAA:(2,0) + Capítulo em grupo (8,0) P1.TOTAL: 10 (dez pontos). <br /><br /> O aluno com excesso de faltas (frequência inferior a 75% da carga horária da disciplina) estará automaticamente reprovado, sendo desligado da disciplina no semestre ao atingir esse índice, independente de qualquer aviso precedente sobre o fato, ficando registrado em seu histórico o conceito RF (Reprovado por falta). A sala de aula, a partir de 11/06 (reinício após suspensão devido à Covid19), passa a ser virtual.<br /> Frequência dos discentes: <br />● Atividades síncronas (webaula, web-conferência): presença;<br />● Atividades assíncronas (exercícios, fóruns, resenhas críticas ou síntese de artigos científicos, resumo de vídeos).<br /> <br /> |
| Horário de atendimento:
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| Bibliografia:
| BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Guia prático sobre a hanseníase [recurso eletrônico] Brasília : Ministério da Saúde, 2017. http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/novembro/22/Guia-Pratico-de-Hanseniase-WEB.pdf <br />BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico Hanseníase [recurso eletrônico] Brasília : Ministério da Saúde, 2018.<br />https://www.saude.gov.br/images/pdf/2018/janeiro/31/2018-004-Hanseniase-publicacao.pdf <br />BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapeuticas da Doença de Chagas [recurso eletrônico] Brasília : Ministério da Saúde, 2017.http://conitec.gov.br/images/Protocolos/PCDT_Doenca_de_chagas.pdf <br />BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância da leishmaniose tegumentar [recurso eletrônico] Brasília : Ministério da Saúde, 2017. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_leishmaniose_tegumentar.pdf <br />BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral [recurso eletrônico] Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2006. https://www.saude.gov.br/images/pdf/2016/dezembro/14/manual_leish_visceral2006.pdf<br />BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.Leishmaniose visceral : recomendações clínicas para redução da letalidade. [recurso eletrônico] Brasília : Ministério da Saúde, 2011. https://www.saude.gov.br/images/pdf/2016/dezembro/14/lv_reducao_letalidade_web_revisado.pdf <br />COSTA, A. J. L.; KALE, P. L.; VERMELHO, L. L. Indicadores de Saúde. In: MEDRONHO, R. DE A. et al. (Eds.). . Epidemiologia. 2o ed. São Paulo: Atheneu, 2009. p. 3182. <br /><br />FUNDAÇÃO INSTITUTO OSWALDO CRUZ. Escola Nacional de Saúde Pública. Centro de Estudos, Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde. Determinantes Sociais da Saúde: portal e observatório sobre iniquidades em saúde. <br /><br />HINO, P. et al. GEOPROCESSAMENTO APLICADO À ÁREA DA SAÚDE. Rev. Latino-am. Enfermagem, v. 14, n. 6, 2006. https://www.scielo.br/pdf/rlae/v14n6/pt_v14n6a16.pdf<br /><br />PONTES, R. J. S. et al. Transição Demográfica e Epidemiológica. In: MEDRONHO, R. DE A. et al. (Eds.). . Epidemiologia. 2a ed. São Paulo: Atheneu, 2009. <br />REDE INTERAGENCIAL DE INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE. Indicadores Básicos Para a Saúde No Brasil : Conceitos E Aplicações. 2o ed. Brasília: OPAS, 2008.<br />https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/2095.pdf<br /><br />REY, L. Parasitologia parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. <br />UNITED NATIONS. Transforming our World: The 2030 Agenda for Sustainable Development. Disponível em: https://sustainabledevelopment.un.org/post2015/transformingourworld |