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ARIOSTO MOURA DA SILVA

COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO/CCE

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ariosto moura da silva

CPT - COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO/CCE

CPSIC/CMRV022 - SEMINÁRIO PRÁTICA PSICOLÓGICA II - Turma: 06 (2024.2)

Tópicos Aulas
O que pode a clínica no/ a partir do SUS? (21/08/2024 - 18/12/2024)

BARROS, R. D. B.; PASSOS, E. O que pode a clínica? A posição de um problema e de um paradoxo. In: FONSECA, T. M. G.; ENGELMSN, S. (Org.). Corpo, arte e clínica. Porto Alegre: Sulina , 2004. v. 1., p. 275-286.

https://app.uff.br/slab/uploads/texto10.pdf

 

- Estou supondo este debate mais fundamental:

Benevides, R. (2005). A Psicologia e o Sistema Único de Saúde: quais interfaces?. Psicologia & Sociedade, Porto Alegre, 17(2), 21-25.

https://www.scielo.br/j/psoc/a/Jm75xgn6kkJ3Pp3ZxvbCsbw/?format=pdf&lang=pt

 

 

 

  • Vamos trabalhar em sala:

LANCETTI, A. Síntese metodológica. In: ______. (Org) SaúdeLoucura 7: saúde mental e saúde da família. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 2002. p. 115-120.

https://drive.google.com/file/d/1QW7vmBbDhwKx8j9l8nzcdTE4WcVm2e8R/view?usp=sharing

 

 

  • Sugiro que busquem/vejam os filmes (vcs acham fácil eles em torrent ou drives):

As horas https://www.youtube.com/watch?v=DCZbiFQYL-c

Fale com ela https://www.youtube.com/watch?v=pFRL-VbRco4

 

  • Material Extra:

 

  1. Lancetti brasileiro

https://www.youtube.com/watch?v=XT3iHX7GZro&t=1371s

 

2. LANCETTI, A. Clínica peripatética. São Paulo: Hucitec, 2006.

https://taymarillack.files.wordpress.com/2017/09/lancetti-clinica-peripatc3a9tica.pdf

(livro pra vida)



Instruções para a confecção do diário de notas intensivas:

 

Para que serve um diário?

Um diário serve como arquivo de impressões (pensem no impressionismo, o que tem nos girassóis na noite estrelado de Van Gogh, que é bem diferente da pintura realista do seu tempo, que tentava imitar a fotografia, a pintura impressionista de Van Gogh capta as intensidades, o dimensão movente de forças e afetos, que há na tela), uma cartografia provisória das relações de força que habitam o campo, das forças que nos atravessam e nos constituem, que vão desde forças de formações sociais (racismo, sexismo, localização geográfica, criminalidade, etc.), a composições cósmicas (nosso composto biológico, genética e circuitos de determinação física e química) até as mais facilmente tidas como simbólicas-discursivas (de produção de sentido, tudo o que circula, afetos e linguagem, etc. dinheiro é uma interface entre essa dimensão e a primeira, sexualidade abarca todas elas, e assim por diante). 

Todos esses campos se interpenetram e se sobrepõem, a separação é meramente analítica, mas nos ajuda a compreender (no duplo sentido de entender e abarcar, conter dentro de certos contornos, que são os que dão nossa caixa de ferramentas, nosso arsenal analítico e epistemológico) e a aprimorar a intervenção (avaliando a intervenção simultaneamente, já que partimos de uma ideia de fazer-saber e não de saber antes para depois aplicar ou replicar o conhecimento)

A relevância do diário de campo consiste em ordenar e organizar o material da pesquisa, permitindo a quem o escreve impregnar-se pelos dados. Este instrumento é uma “fonte legítima de informação para compor a análise” (Minayo, 2012, p. 624). Nos valemos dos diários não como um registro estritamente individual e intimista, mas como uma ferramenta que visa dar visibilidade aos saberes e afetos que emergem nos encontros de campo. Essa prática permite refletir sobre a experiência dos corpos na complexa teia de relações e nos diversos coletivos que compõem a produção social e a de subjetivação, trazendo “a questão do afeto como modulador de sentido no pesquisar” (Kroef, Gavillon & Ramm, p. 476).

 

Já os diários de notas intensivas respondem à necessidade de necessidade de acompanhar os fluxos da invenção da realidade, de habitar diferentes territórios, em contato direto e cultivando convivência com sujeitos em seus territórios existenciais.

Diferentemente da observação sistemática, que pressupõe o distanciamento entre sujeito-observador e campo ou objeto, e da observação participante – que parte da necessidade de imersão do pesquisador no campo, no contexto ou no grupo – os diários de notas intensivas estão mais próximos da participação observante.

Visam compreender as relações e os significados, nos movimentos de diferenciação e singularização que emergem em cada contexto social, atentando também às semióticas a-significantes, aos encontros e relações não-humanas. Daí advém seu caráter experiencial, onde se registra trajetos, encontros, acontecimentos que se presencia, ou dos quais se participa, observações, sentimentos, afetos, as rarefações e umidades dos percursos

O diário cartográfico pode ser entendido a partir da criação singular de determinada realidade, produzindo novas possibilidades de ver e dizer para os acontecimentos e afecções que se estabelecem na produção da vida, dos afetos e das práticas

Realizar um diário de notas intensivas não é falarde... mas falarcom... falar a partir de...

Nas notas intensivas, o relato não tem mais a ver com saber sobre, pois se trata de saber com. Se colocar ao lado da experiência, talvez alguma coisa que não seja bem o que se esperava surgir ali. Faltam gaze, luvas e foco? Mas e aquele atendimento preventivo feito com a luz do celular em uma usuária que não poderia voltar em outro momento? Como é acompanhar a profissional ao fazer o curativo na criança que parece mais tranquila que a mãe? Como é ver aquela idosa que cuida de outro idoso cadeirante e de um neste em situação de sofrimento psíquico? Aquilo que talvez seus colegas e/ou os profissionais não tenham se atinado, não tenham percebido no calor e na correria do cotidiano.

O que experimentar com aqueles cheiros, encontros, sensações, o que eles te convidam a pensar? Entender que os encontros são um convite, saímos transformados de cada encontro, mesmo que nada se passe de visível, saímos transformados no tempo, ganhamos tempo nos encontros, ganhamos um pouco mais de tempo em cada encontro.

Tudo o que não invento é falso (Manoel Barros):O que é inventado em cada ida ao campo e nos encontros que se dão nestas visitas?

Quais são as palavras que vestem um encontro, uma situação vivenciada no campo? Aquilo que talvez seja difícil de colocar em palavras, mas que – convidamos a vocês – vale o esforço. Aquilo que agita e perturba um certo estado de coisas, que inventa um problema.

Usar sua presença e sua atenção para estranhar o que talvez apareça e pareça aos demais como natural.

Onde você se pergunta “por quê?” – por que isto é assim ou assado – substitua pela pergunta “Como?”. Como funciona? Como é que lhe parece?




Frequências da Turma
# Matrícula AGO SET OUT NOV DEZ Total
21 28 04 11 18 25 02 09 16 23 30 06 13 27 04 11 18
1 2020903**** 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
2 2020903**** 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 1 0 0 0 0 0 5
3 2020901**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
4 2020906**** 4 0 0 0 4 0 0 0 0 0 1 4 0 0 0 0 0 13
5 2020901**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
6 2020906**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 5
7 2020900**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
8 2020900**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2020900**** 10,0 10,0 10,0 10.0 0 AM
2 2020900**** 10,0 8,8 10,0 9.6 0 AM
3 2020906**** 10,0 8,0 10,0 9.3 0 AM
4 2020901**** 10,0 9,5 10,0 9.8 0 AM
5 2020906**** 10,0 3,8 10,0 7.9 0 AM
6 2020901**** 10,0 9,8 10,0 9.9 0 AM
7 2020903**** 10,0 4,5 10,0 8.2 0 AM
8 2020903**** 10,0 8,3 10,0 9.4 0 AM

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