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ADRIANO SANTANA SOARES

COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO/CCE

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adriano santana soares

CPT - COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO/CCE

MNPEF-UFPI007 - ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ENSINO MÉDIO E FUNDAMENTAL - Turma: 01 (2025.1)

Tópicos Aulas
DIA 01 – Experiência e ruínas (13/08/2018 - 12/11/2018)

BENJAMIN, Walter. O narrador. In: ______. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1987, p. 196-220.

BENJAMIN, Walter. Experiência e pobreza. In: ______. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1987, p. 114-120.

MENDONÇA, Carlos Camargos. Ao homem em ruínas, restaram as imagens? In: GUIMARÃES, César; LEAL, Bruno Souza; MENDONÇA, Carlos Camargos (orgs). Comunicação e experiência estética. Belo Horizonte: EDUFMG, 2006, p. 103-116.

DIA 02 – Os dispositivos e o declínio da experiência (20/08/2018 - 12/11/2018)

JAY, Martin. El lamento pela crisis da experiência. Benjamin e Adorno. In:______. Cantos de experiência: variaciones modernas sobre un tema universal. Buenos Aires: Paidós, 2009, p. 365-418.

AGAMBEN, Giorgio. O que é o dispositivo. In: _______. O que é o contemporâneo e outros ensaios. Chapecó, RS: Argos, 2011.

 AGAMBEN, Giorgio. Infância e história: destruição da experiência e origem da história. Belo Horizonte: EDUFMG, 2008, p. 19-78.

DIA 03-04: INTRODUÇÃO A ANÁLISE DO DISCURSO (03/09/2018 - 10/09/2018)

MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2001.

MARCUSCHI, L. Análise da conversação. São Paulo: Ática, 1986.

DIA 05 - 06: ANÁLISE DO DISCURSO EM COMUNICAÇÃO (17/09/2018 - 01/10/2018)

KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1997.

MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2001.

MARCUSCHI, L. Análise da conversação. São Paulo: Ática, 1986.

Subjetividade e narcisismo (05/11/2018 - 05/11/2018)

- Narcisismo na obra de Freud

- O narcisismo cultural de Christopher Lasch

- Subjetividade e Narcisismo

   narcisismo em freud 
narcisismo em freud
  narcisismo em freud 
narcisismo em freud
  narcisismo em lasch 
narcisismo cultural
  narcisismo em lasch 
narcisismo cultural
narcisismo, mídia e redes sociais (12/11/2018 - 12/11/2018)

Narcisismo, mídia e redes sociais

  narcisismo, redes sociais 
narcisismo, redes sociais e felicidade
Ferramentas do Laboratório (28/03/2025 - 28/03/2025)

Considero a utilização de um bom software gerenciador de gráficos uma ferramentas essenciais para o desenvolvimento de uma disciplina experimental, além, é claro, dos recursos matemáticos.

I) Software QTI Plot de visualização e análise de dados

 


 

 

QTI plot é um aplicativo de visualização e análise de dados disponível livremente para diversas plataformas (Windows, linux, entre outras). Ele será amplamente utilizaremos durante o desenvolviment desta disciplina. REcomento FORTEMENTE que leia sobre e instale-o seu seu computador pessoal.

a) Plataforma Windows

Para quem usa este sistema, o QTI Plot está disponível na página pessoal do prof. Angelo Gomes (da UFRJ) em: https://www.if.ufrj.br/~amgomes/qtiplotinfo.html

Para instalação, sigua estas instruções disponível na página do prof. Ângelo Gomes.

 

II) Regressão linear pelo método dos mínimos quadrados (mmq)

 Permite fazer um ajuste de curva a partir dos dados experimentais.

Dispersão da luz (02/05/2025 - 02/05/2025)

Dispersão

O termo "dispersão" origina-se do verbo dispersar (que no dicionário Aurélio significa ir-se para diferentes partes). Este entendimento também é utilizado em ciências quando se diz que a luz branca pode se dispersada em suas componentes policromáticas.

A DISPERSÃO DA LUZ foi um tema estudado por Newton. Conta-se que ele fez um famoso e histórico experimento que consistiu em fazer incidir um feixe de luz do sol sobre um prisma. O resultado é o surgimento de uma faixa policromática (muitas cores) que ele chamou de espectro da luz.

Fonte: https://www.raiscuola.rai.it/cropgd/640x360/dl/img/2021/03/05/1614948764853_prismasolare.jpg 

 

O que trataremos aqui:

1. Refração da luz

2. Índice de refração

3. Dispersão da luz branca

4. Espectro eletromagnético e a região visível da radiação eletromagnética (400 nm - 700 nm)

5. Experimentos que mostra a difração

 

Referências

1. Halliday, Vol. 4

    
Inicia em 14/06/2025 às 0h 0 e finaliza em 20/06/2025 às 23h 59
    
Inicia em 20/06/2025 às 0h 0 e finaliza em 03/07/2025 às 23h 59
Fenômenos de interferômetros (27/06/2025 - 27/06/2025)

INTERFERÊNCIA DE DUAS FONTES

 

Quando ondas distintas, de mesmas características, geradas a partir de duas fontes, se sobrepõem em um ponto do espaço, a INTENSIDADE da onda resultante naquele ponto pode ser maior ou menor que a intensidade de qualquer uma das duas ondas.

 

Chama-se este efeito de interferência. A intensidade pode ser tanto construtiva - quando a resultante da intensidade é maior que as intensidades individuais - quanto destrutiva - quando a resultantee da intensidade é menor que as intensidades individuais (Halliday, Vol 4. Ed. 5, 2001). 

 

Embora possa haver , a princípio, interferência com qualquer numero de ondas, será estudada apenas a interferência de duas ondas. 

A Fig. 1 mostra um instante de tempo de duas ondas - nomeadas de onda 1 e onda 2 - idênticas que alcançam o mesmo ponto P no espaço.

Fig.1 (a) Interferência construtiva de duas ondas que estão em fase.

Em (b), interferência destrutiva de duas ondas que estão defasadas de π (ou meio comprimento de onda)

 

 Em (a) elas chegam em fase, isto é, elas coincidem pico com pico e vale com vale. O efeito resultante no ponto P é devido à combinação das duas ondas e a onda resultante tem a amplitude aumentada de duas vezes maior que a amplitude das ondas originais. ESTA É A CONDIÇÃO DE INTERFERÊNCIA CONSTRUTIVA MÁXIMA. Ainda, este padrão se manteria e teria o mesmo aspecto se uma das ondas fosse deslocada de um ciclo completo (2π radianos ou de n=1, 2, 3, ..., comprimentos de onda).

Diz-se , por conseguinte, que acontece interferência construtiva máxima quando a diferença de fase (em radianos) de duas ondas é de 0, 2π, 3π, 4π, ... (ou correspondentemente de 1, 2, 3, 4, ... comprimentos de onda).

Em (b), as ondas alinham-se pico com vale e vale com pico. Esta é a condição de interferência destrutiva completa, na qual as duas ondas cancelam-se mutuamente no ponto P. Isto é, a interferência destrutiva completa de duas ondas acontece quando a diferença de fase (em radianos) é de π, 3π, 5π, ...(ou correspondentemente de multiplos de meio comprimento de onda). 

Assumiremos, daqui em diante, que a relação de fase entre as duas ondas não muda com o tempo. Tais ondas são ditas COERENTES. Quando ondas coerentes interferem, a intensidade da onda formada pela combinação das ondas originais em cada ponto do espaço não muca com o tempo. A coerência, que é uma condição necessária para que a interefência ocorra, é tema para aulas mais adiante.

Em geral, não se consegue que duas fontes de luz distintas serja coerentes, porque a emissão de luz por átomos de uma fonte é independente da emissão de outra fonte.

Para executar experimentos de interefência de luz, normalmente, é necessário dividir a luz de uma só fonte em duas componentes de luz. Isto garante a coerência.

 

Analogamente, um padrão de interferência é gerado por ondas na água em um tanque de ondas (Fig.2) que apresenta máximos e mínimos de interefência.

Fig.2. Dois osciladores do lado esquerdo criam dois padrões de ondas circulares que se superpõem

para dar origem a um dado padrão de máximos e mínimos das ondas.

A Fig. 3 mostra o lprimeiro método para dividir uma frente de ondas plana em duas fonte componentes que podem então se interferirem mutuamente.

Fig. 3 Onda plana incidente em duas fendas, gerando duas fontes secundárias a superpor mutuamente.

 

Para analisar o padrão de inteferência, considera-se ondas de casa fenda que combinam em um ponto arbitrário P sobre a tela C (Fig. 4). O ponto P está a r1 e r2 das fentas S1 e S2.

Fig. 4 S1P e S2P representam as direções de propagação das ondas que se combiman em P. Na verdade, D>>d, de modo que a figura foi distorcida para melhorar o entendimento. O ponto a é o ponto médio entre as fendas.

    
Inicia em 05/07/2025 às 0h 0 e finaliza em 13/07/2025 às 23h 59
Frequências da Turma
# Matrícula MAR ABR MAI JUN JUL Total
21 28 04 11 25 02 09 16 23 30 06 13 27 04
1 2024100**** 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
2 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
3 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
4 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 2024100**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
6 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
7 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
8 2024100**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
9 2024100**** 4 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 8
10 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 4
11 2024100**** 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 2
12 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
13 2024100**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
14 2024100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Unid. 4 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2024100**** 3,6 3,6 3,6 3,6 3.6 0 RN
2 2024100**** 9,1 9,1 9,1 9,1 9.1 4 AM
3 2024100**** 8,0 8,0 8,0 8,0 8.0 0 AM
4 2024100**** 7,2 7,2 7,2 7,2 7.2 2 AM
5 2024100**** 7,3 7,3 7,3 7,3 7.3 4 AM
6 2024100**** 3,6 3,6 3,6 3,6 3.6 8 RN
7 2024100**** 7,2 7,2 7,2 7,2 7.2 4 AM
8 2024100**** 8,3 8,3 8,3 8,3 8.3 0 AM
9 2024100**** 7,9 7,9 7,9 7,9 7.9 0 AM
10 2024100**** 6,4 6,4 6,4 6,4 6.4 4 RN
11 2024100**** 7,2 7,2 7,2 7,2 7.2 0 AM
12 2024100**** 4,2 4,2 4,2 4,2 4.2 0 RN
13 2024100**** 8,7 8,7 8,7 8,7 8.7 0 AM
14 2024100**** 8,0 8,0 8,0 8,0 8.0 4 AM

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: Estruturas conceituais, metodológicas e de interação entre a teoria e prática dos experimentos. Critérios para escolha e preparação de atividades experimentais. Ensino-Aprendizagem: Objetivos das atividades experimentais. Aprendizagem de conceitos, atitudes, habilidades do processo de experimentação e investigação científica. Experiências demonstrativas, didáticas, estruturadas e não-estruturadas. Administração: Segurança na execução da atividade experimental em sala de aula e em laboratório. Experimentação, coleta e análise de dados através de interfaces de hardware e recursos de software. Avaliação: Perspectivas e diretrizes.
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: O conteúdo da disciplina será explorado através de aulas expositivas utilizando análise de textos didáticos relacionados à ementa e na elaboração de projetos.
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: A avaliação será baseada nas notas de 2 trabalhos (T1, T2) e um artigo (A1). A nota final média (NF) será a média aritmética das notas obtidas: NF= [(T1+T2+A1)/3].
Horário de atendimento:
Bibliografia: PEDUZZI, L.O. & PEDUZZI, S. (1998) Edições Especiais do Caderno Brasileiro de Ensino de Física: Atividades Experimentais no Ensino de Física.<br />MOREIRA, M.A. & LEVANDOWISKI (1985) Diferentes Abordagem ao Ensino de Laboratório. Porto Alegre: Editora da UFRGS.<br />HELENE, O. A. M. & VANIN, V.R. (1981) Tratamento Estatístico de Dados em Física Experimental. São Paulo: Edgard Bluche.<br />KLEIN, H. A. (1988) The Science of Measurement. New York: Dover Publication <br />NOVAK, J.D & GOWIN, D. B. (1995) Aprender a Aprender. Lisboa: Plátano Edições Técnicas.<br />INHELDER, B. & PIAGET, J. (1976) Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.<br />CAVALCANTE, M. A. ; TAVOLARO, C; HAAG, R. Experiências em Física Moderna. Revista Brasileira de Ensino de Física . Suplemento da RBEF/SBF-Brasil, v. 6, n.1, p. 75-82, 2005.<br />CAVALCANTE, M. A. ; TAVOLARO., C. R. C. Uma oficina de Física Moderna que vise a sua inserção no ensino médio. Caderno rasileiro de Ensino de Física, UFSC - Fisica - Sta Catarina, v. 21, p. 372-389, 2004.<br />GASPAR, A. ; MONTEIRO, I. C. de C.MONTEIRO, M. A. Alvarenga. Um estudo sobre as atividades experimentais de demonstração em sala de aula: proposta de uma fundamentação teórica. Enseñanza de las Ciencias, Granada, v. extra, 2005.<br />LIMA, Jr. Paulo; SILVEIRA, F. L. da. Sobre as incertezas do tipo A e B e sua propagação sem derivadas: uma contribuição para a incorporação da metrologia contemporânea aos laboratórios de física básica superior. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 33, n. 2, p.2303, 2011.<br />Artigos publicados em periódicos nacionais e internacional e disponibilizados no Portal de Periódicos CAPES.
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
21/03/2025
21/03/2025
Plano de ensino da disciplina
28/03/2025
28/03/2025
Ferramentas do Laboratório
04/04/2025
04/04/2025
Movimento de pêndulo
04/04/2025
04/04/2025
Aceleração gravitacional
11/04/2025
11/04/2025
Estudo estático de molas
18/04/2025
18/04/2025
Dilatação térmica
25/04/2025
25/04/2025
Transmissão de calor
02/05/2025
02/05/2025
Dispersão da luz
27/06/2025
27/06/2025
Fenômenos de interferômetros
04/07/2025
04/07/2025
Lei fotométrica da distância
Avaliações
Data Descrição
: Referência consta na biblioteca
Referências Básicas
Tipo de material Descrição
Referências Complementares
Tipo de material Descrição
Notícias da Turma
: Visualizar

Título

Data
Prova Difração interferência 05/07/2025
Pra não dizer que não falei das flores 26/06/2025
Próxima aula: prova dilatação térmica 02/06/2025
Nova data para envio de relatório 31/05/2025
Temas da próxima aula: 16/05 13/05/2025
Parcial Notas 15/04/2025

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | sigjb17.ufpi.br.instancia1 vSIGAA_3.12.1590 06/04/2026 07:15