| Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: |
O processo avaliativo levará em consideração aspectos qualitativos, como a assiduidade, pontualidade e <br />participação de cada um e de todos/todas nos debates de textos e projetos, sempre em atenção às normativas <br />internas do Programa e da Universidade. Além disso, para efeitos de registro de notas no Sistema Acadêmico, os <br />discentes deverão apresentar seus Projetos de Pesquisa; uma Introdução provisória, Sumário e, pelo menos, 01 <br />(um) capítulo da Dissertação. Ao final da Disciplina, todos esses itens (Introdução, Sumário e Capítulo(s)) devem <br />ser entregues em conjunto, na data estabelecida no Cronograma. Serão observados os avanços e adequações desde <br />o Projeto até a apresentação do(s) Capítulo(s). Será aprovado o discente que alcançar a média mínima de 7,0 (sete) <br />e não ultrapassar o percentual de 25% de faltas. |
| Bibliografia:
| 9.1 Básica:<br />ARÓSTEGUI, Júlio. A Pesquisa Histórica: teoria e método. Bauru, SP: EDUSC, 2006. <br />BARROS, José D´Assunção. O campo da História: especialidades e abordagens. Petrópolis, RJ: <br />Vozes, 2004. <br />BARROS, José D´Assunção. O campo histórico: considerações sobre as especialidades na <br />historiografia contemporânea. História Unisinos, n. 9, v. 3, p. 230-242, set./dez. 2005. <br />BARROS, José D´Assunção. O projeto de pesquisa em História: da escolha do tema ao quadro <br />teórico. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. <br />BHABHA, Homi K. O local da cultura. 2. ed., 2. reimp. Belo Horizonte: EDUFMG, 2019. <br />DANTO, Arthur C. Após o fim da arte: a arte contemporânea e os limites da história. São Paulo: Odysseus, <br />2006. <br />EAGLETON, Terry. A ideia de cultura. 2. ed. São Paulo: EDUNESP, 2011. <br />ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2008. <br />GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2019. <br />MALERBA, Jurandir. A escrita da história: teoria e história da historiografia. São Paulo: Contexto, 2006. <br />PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tânia Regina de. O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, <br />2009. <br />SEVERIANO, Jairo. Uma história da música popular brasileira: das origens à modernidade. São Paulo: <br />Editora 34, 2013. <br />SCHWARCZ, Lília Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. <br />REMOND, René. (org.). Por uma história política. Trad. Dora Rocha. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, <br />2003. <br /><br />9.2 Complementares: <br />BENJAMIN, Walter. Magia e Estética, Arte e Política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 7. ed. <br />São Paulo: Brasiliense, 1994. <br />BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Companhia das <br />Letras, 1996. <br />BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1999. <br />CÂNDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2006. (9ª edição revista pelo <br />autor) <br />CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis, historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. <br />CHARTIER, Roger. A História Cultural: entre práticas e representações. Lisboa: Difel; Rio de Janeiro: <br />Bertrand Brasil, 1990. <br />DANTO, Arthur C. O abuso da beleza. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2015. <br />DARNTON, Robert. O Beijo de Lamourette. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. <br />BURKE, Peter. A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: editora da UNESP, 2002. <br />MICELI, Sérgio. Intelectuais e classe dirigente no Brasil (1920-1945). São Paulo: Difel, 1979. <br />RIOUX, Jean-Pierre; SIRINELLI, Jean-Fraçois (orgs.). Para uma história cultural. Lisboa: Porto, 2008. <br />SEVCENKO, Nicolau. Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. 2. <br />ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. <br />TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Rio de Janeiro: Difel, 2009. |